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sexta-feira, 13 de julho de 2012

O dia em que fui assaltado por um Zé Droguinha

Whoa! Está tudo dando certo: as férias começaram finalmente, a previsão pra eu comprar meu computadorzinho é pra mês que vem e meu headset já vem semana que vem.



E você lembra quando eu disse que iria escrever um livro? Então, isso foi a alguns meses já, e eu infelizmente não levei a sério e escrevi apenas 16 páginas. Então, como sei que mês que vem estarei de PC novo e o livro é algo que quero guardar comigo, decidi fazer upload dele e liberar pra quem estava esperando a versão final do livro. Você pode ler essa merda clicando aqui.

E agora você vai ficar de "blablabla, o Konnor é analfabeto", mas pessoal, eu dei uma revisada por cima e sei que tem vários erros de português, tanto que tive que re-hospedar depois de revisar pela segunda vez pois tinha erros de português ridículos.
E, meus fofos, vocês sabem que eu não sou um escritor profissional e desconheço muita coisa da língua portuguesa, eu apanho de mais na gramatica principalmente na escola, quando as palavras erradas não ficam sublinhadas em vermelho, hahaha.



E vou iniciar o post de hoje depois de três parágrafos, que beleza! E você não é besta e pelo título já percebeu sobre o que será o post gigante de hoje, então não preciso fazer o clichê de imaginar você perguntado "Do que trataremos hoje, titio Konnor?". Meus leitores são espertos.

Você deve ter conhecimento de que eu sou anti-social, e do ano passado pra esse eu "evolui" um pouco nesses quesitos. Minha rotina é acordar, tomar meu ótimo café diário para aguentar 4 horas de aula, ir para a aula e voltar de saco cheio. O resto do dia eu fico no computador, twittando merda ou fazendo algo não produtivo. Essa era minha rotina ano passado também, mas teve um dia que isso mudou, foi diferente..

Vamos do começo. Eu já presenciei vários assaltos, e nenhum deles foram contra mim. Aliás, tenho uma história guardada aqui pocês...
Quando eu era menor, eu era fã de narutos (aqueles desenhos japoneses, sabe?) e eu tinha um amigo que também era fã de narutos (hoje ele tem 18 anos e acha que é o Sasque). Como eu não possuía computador na época, eu precisava de alguma forma acompanhar os animes e a CN só transmitia Naruto até um certo episodio. E então eu era obrigado a ir em Lan Houses só pra isso.

Então, um dia fomos a Lan House normalmente como fazíamos todo final de semana até que dois homens armados entram e assaltam a Lan House. Um deles pedia o dinheiro e o outro ficava ameaçando-nos de atirar caso fizéssemos algum movimento brusco. E eu estava lá com os fones de ouvido e nem estava ligando para a situação, eu queria é assistir meus narutos, até que vejo um dos bandidos andando por nós.
Meu amigo estava tremendo (e eu não estou mentindo pra me pagar de fodão), o bandido parou e deu um CHUTE na bunda dele e ficou tirando com a cara dele. Ou seja, nem precisei gastar energia zoando ele, os próprios bandidos fizeram isso.. coitado.

Imagem ilustrativa

E caralho! Olha o tamanho desse post. Será que eu conto outra história de assalto? Pois bem, vamos lá. Como disse, eu só presenciei alguns assaltos e até ano passado nenhum deles tinham sido contra mim, e por isso eu nunca tinha me preocupado direito em me cuidar ao sair na rua. E eu estava voltando normalmente da aula com minha bicicleta 

Era pra ser mais um dia normal, eu estava preste a chegar em casa e me deliciar com um bom almoço.. e eu estava muito próximo disso, uns 50 metros e eu chegava em. Mas percebo que alguém com outra bicicleta começa a andar do meu lado e fala "Tá vendo isso aqui?", apontando para o revolver. Na hora eu gelei, eu nunca tinha sido assaltado antes e nunca tinha visto uma arma de tão perto (aliás, o único lugar que vi gente com arma na rua foi em Curitiba).
A minha reação imediata foi falar "Não tenho nada cara, to voltando da aula". Obviamente ele não desistiu de me assaltar e mandou eu não parar de pedalar, com o objetivo de que ninguém desconfiasse. Ficou ameaçando atirar caso eu tivesse algo de valor e estivesse mentindo para ele.



E o que o cara queria que um estudante tivesse? Livros? Se bem que, na minha atual escola, quem não tem um celular com 3G é estranho ou pobretão. Mas isso não era realidade pra mim na minha antiga escola.
O ladrãozinho fumador de crack de meia-tigela viu que se ferrou em tentar me assaltar e falou "Eu vou te liberar pois você é um garoto pobre, mas se você me dedurar, eu te mato". E eu só afirmei com a cabeça, rindo por dentro pelo "garoto pobre". Não que eu seja rico, mas não é pra tanto..

Ele é realmente burro, podia ter me roubado uns livros. Esses livros custam o olho da cara, 150 dilmas, dava de trocar por crack com o traficante e o traficante já dava uma estudada pra fazer o vestibular...

Estes são os dois únicos casos de assalto que eu me lembro. O post ficou grande, mas é para compensar os dias que estou sem postar.
Agora estou em férias e isso significa que postarei mais frequentemente! E para ficar sabendo das novidades, quando os posts saem ou caso você só queira ler alguém escrevendo bobagens, me siga no twitter.

sábado, 14 de abril de 2012

O dia em que fui atropelado por uma moto

Relembrando o ano passado vejo o quanto eu realmente mudei. Até ano passado eu era um super-nerd que tinha poucos amigos e passava o dia todo no computador. Hoje, passo a metade do dia dormindo, mas continuo sendo um nerd. Ao menos agora me visto de forma menos nerd para dar uma "disfarçada", mas quem é nerd É NERD e não tem como esconder isso.

Mas nunca curti Star Trek

Pena que sumiu a minha carteirinha que utilizava para pagar apenas a metade nos cinemas daqui da cidade, a minha foto estava muito nerd. No ano passado eu ainda estava na oitava série, e estudava no Avelino Werner. Eu ia de bicicleta todo dia para a escola por um caminho e voltava por outro diferente, inclusive fui assaltado já uma vez na volta, mas contarei isso em outro post.

Esse caminho que eu fazia para ir para a escola era bem movimentado, mesmo as 6 horas da manhã, e já fazia um tempo que eu percebi que estava se tornando um caminho bem perigoso, mas como eu sempre fui para a escola por ele e nunca tive problemas, decidi continuar indo por ele. Até que em um dia (cujo não estou lembrado agora), quando já estava chegando perto da escola, uma moto saiu do nada de uma rua que eu estava passando.

Já não era a primeira vez que isso acontecia, já bati contra várias motos, mas em todas meu guidão entortou e nada mais, mas neste caso foi diferente. Eu fui pro chão na hora, mas o motoqueiro (que era um taxista) continuou em pé, obviamente. E como era SEIS HORAS da manhã, eu estava lesado. Alias, gosto de deixar um aviso para todos os meus amigos antes que eles se tornem grandes amigos, que é para não falarem comigo quando estou com sono, pois eu viro um completo lesado.

Seis horas da manhã você só pensa em como seria bom você estar na sua cama dormindo. Talvez este tenha sido um dos motivos para o acidente, talvez eu não tenha prestado atenção por que estava com sono. Alias, quando um caminho como o ir pra escola e voltar se torna seu cotidiano, você meio que começa a fazer isso automaticamente, vai pensando em bobagem e quando percebe já está em casa. O seu cérebro praticamente fez tudo por você e você nem ao menos percebeu.

Então, eu estava lesado e tudo que queria era chegar na merda da escola o mais rápido possível. Me levantei, arrumei a minha bicicleta desentortando a roda e o guidão, respondi pro moto-taxista que estava tudo bem e continuei minha jornada. Essa foi a minha maior burrice, por que na hora eu não sentia nada por que eu estava "quente".

Foi marromeno isso

Ao invés de eu voltar para a casa (e perder um dia de aula, o que não fazia diferença no Avelino, diferentemente do Nilton que tem prova todo dia), eu decidi ir para a escola mesmo assim. Conclusão: com o tempo comecei a "esfriar" e a sentir umas dores na perna, a mancar e até que na terceira aula simplesmente não conseguia andar. Pedi para a professora para me deixar ir falar com a diretora para ligar pra minha casa, e me retirei da sala de aula.
Depois de já estar em casa, começou o inferno. A dor era bastante insuportável, e só foi parar quando levei anestesia. No outro dia, já estava melhor e podia voltar a minha "cela" (aka turma, sala de aula). 

Nesta "brincadeirinha" perdi cenas como o meu amigo perder o BV com uma garota, que até hoje não sei se era feia ou bonita, já que os amigos que estavam na "cena do crime" não cooperam. Desde esse dia perdemos um grande integrante do nosso grupo bocas-virgens.

Me siga no twitter: @mr_konnor .